segunda-feira, 30 de maio de 2011

As malhadas . . .

Não sei o que acontece mas ultimamente dei pra implicar com as ovelhas, acho que foi depois que eu entendi um trecho de uma musica é assim:
 “teu olhar Senhor me alcançou por detrás das malhadas me viu me arrastou para Ti com amor me atraiu para viver da tua glória”
Eu não sabia o que era as tais malhadas e comecei a pensar sobre o assunto e cheguei à conclusão que as tais malhadas eram ovelhas é ovelhas. Quando pensamos em ovelhas imaginamos logo uma porção todas branquinhas, mas não é assim que Deus nos enxerga não somos umas iguais as outras cada um te suas características seu jeito de ser agir e pensar não é mesmo?
Então agora imagine um montão de ovelhas, há vai você faz melhor que isso imagine mais ovelhas ainda, imagino? Pois é agora imagine uma ovelha pretinha num monte de ovelhas branquinhas é fácil de identificar a ovelha pretinha não é?
Pois então, agora imagine um monte ovelhinhas malhadas, algumas brancas com pintinhas pretas e outras preta com pintinhas brancas já não é tão fácil de identificar uma não é mesmo, agora imagine que você é apenas mais uma ovelha malhada nesse rebanho de ovelhas malhadas parece até que você é invisível, parece mesmo que se você se afastar um pouquinho o pastor nem vai dar por sua falta, afinal ele tem tantas ovelhas como você não é mesmo?
É então agente se afasta um pouquinho de cada vez e vamos cada vez mais pra longe do pastor, mas sabe o que acontecesse quando nos afastamos do pastor encontramos espinhos então pensamos eu posso superar esses espinhos, então determinadas vamos adiante uma pata de cada vez adentrando pelos espinhos sem nos darmos conta de que cada vez mais os espinho se enroscam em nossa lã e nos deixam presas, a nossa bela lã se tornou em armadilha pra nós mesmas então lá vem o pastor depois de ter deixado o rebanho em local seguro ele não vai descansar depois de longo dia de trabalho ele vai atrás da gente, envergonhadas, machucadas, famintas, assustadas ovelhinhas malhadinhas e feridas, ele nos pega no seu colo, coloca-nos nos seus ombros e nos leva em segurança pra casa.
Passa uma semana, um mês, um ano, o tempo não é importante nós sentimos sede e não estamos dispostas e esperar que o pastor nos leve as águas tranqüilas Afinal o rio é ali tão pertinho e você agora já é uma ovelha crescida que mal há em você ir bebe água sozinha ? Afinal você não vai fugir como da outra vez, só vai beber uma agüinha sozinha.
Então você vai, as águas brilham ao sol, águas frescas um pouco agitadas é verdade mais ela está tão gostosa que você entra mais um pouquinho, e sem que você perceba sua bela lã começa a se encharcar,  tem alguma coisa errada mas você não sabe bem o que é, então você começa a perceber que o rio está te puxando e você não segue nadar está muito pesada porque sua lã se encharcou então lá vem o pastor se lança no rio enfrenta a correnteza e mais uma vez te salva ai você pensa dessa vez ele me expulsa do rebanho, mas qual não é a sua surpresa ao sentir o abraço aliviado do pastor ao chegar na margem.
Meu Deus mais que trabalho hein? Ô bicho teimoso essa ovelha deveria se chamar burro, ai eu te pergunto é ou não é pra implicar com um bicho desse ??????????
Talvez pra mim mas com certeza nunca para O PASTOR, foi nesse ponto que eu entendi a musica é lembra a musica que começou toda essa historia, eu entendi que mesmo malhada, mesmo tão parecida com todas as outras, O OLHAR DO MEU PASTOR ME ALCANÇA, mesmo teimosa, me metendo entre espinhos, me afogando no rio, ELE ME ARRASTA PARA SI MESMO PARA QUE EU VIVA DA SUA GLÓRIA!!!!!!!!!!!!!!!!!
Uma das minhas ovelhinhas teve um sonho ela sonhou que estava nas mãos do Pastor, ela olhou para baixo e viu uma “baladinha,” então pediu ao Pastor que a deixasse descer, mas que antes Ele amarrasse a perninha dela, porque caso ela demorasse Ele a puxasse de volta pra as suas mãos, e assim foi, passado o tempo e a ovelhinha não voltando o Pastor puxou a corda e a trouxe de volta, mas cuidado eu não te aconselho fazer isso pois às vezes quando chegamos lá embaixo somos tentados a cortar a corda.
Outra das minhas ovelhinhas disse assim: Pastor me segura em suas mãos e não me deixa descer, ela sabia que poderia descer se quisesse, mas não tinha certeza se conseguira voltar então na dúvida, faça como ela diga agora com toda verdade do seu coração PASTOR ME SEGURA EM TEU COLO E NÃO ME DEIXA DESCER.
E se você é uma ovelhinha fujona ou pensando em fugir, mude de atitude, longe do Pastor você só encontrará sofrimento eu oro para que nesse instante o Espírito Santo te alcance te abraçasse e te mostre o quanto você é importante e amada pelo Pastor e que se for necessário que te amarre e te arraste de volta pois as cordas do Pastor são cordas de amor.
                     Gilvani dos Santos

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Felizes para sempre . . . Uma questão de escolha!!!

"O marido e a mulher não se falavam há uns três dias.
Entretanto, o homem se lembrou que no dia seguinte teria uma reunião muito cedo no escritório.Como precisava levantar cedo, resolveu pedir à mulher para acordá-lo. Mas para não dar o braço a torcer, escreveu num papel:
'Me acorde às 6 horas da manhã'.
No outro dia, ele levantou e quando olhou no relógio eram 9h30...
O homem teve um ataque e pensou:
- Que drooooooga!!! Mas que absurdo! Que falta de consideração, ela não me acordou...
Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou um papel no qual estava escrito:
- ...São seis horas, levanta!!!"


Os cônjuges podem escolher a constante acusação recíproca ou se ajudarem mutuamente com palavras de incentivo, de amor, de repreensão, de exortação e de crítica construtiva.
Marido e mulher podem escolher o desrespeito e a indiferença que adoecerão a ambos e ao lar ou, o respeito mútuo, que envolve saber onde um e outro se encontram, os horários de cada um para que não se preocupem desnecessariamente, respeitar os amigos um do outro, a abdicação individual de algumas coisas em benefício do casal, o cuidado de saber se alegrar e sofrer com as vitórias e os fracassos um do outro, cumprir os compromissos de fidelidade assumidos no altar, respeitar a individualidade do cônjuge, amar as famílias de origem sem deixar que elas interfiram na vida íntima do casal e tantas outras situações que envolvem o cotidiano de uma vida a dois.
  O casal pode escolher entre viver um caos diário com mau humor e agressões ou, proporcionar um ambiente alegre, de paz e palavras boas. Eles poderão optar pelo amor ciumento e destruidor ou, pelo amor companheiro, confiante e frutificador, em que há confiança, respeito e admiração. Ambos poderão escolher entre a maldição da murmuração e da implicância e a bênção de profetizar as promessas de Deus para o lar. Entre sempre supervalorizar a grama do vizinho ou valorizar o que Deus lhes tem dado e prosseguirem, juntos, em busca de mais vitórias. Vocês poderão escolher entre inventar desculpas para se negarem um ou outro, ou, darem-se mutuamente com carinho e em total entrega; fazer dos momentos íntimos a mais difícil tarefa do dia ou transformá-los em alegres celebrações. Vocês podem escolher considerar os de fora sempre melhores e deixar que outros valorizem o seu cônjuge, deixando a porta aberta para o inimigo da carência, ou valorizarem-se reciprocamente com palavras ternas e elogios. Vocês poderão escolher entre uma eterna briga de “quero assistir ao jogo do meu time” e “vou primeiro ver meu filme” sem qualquer resultado positivo ou cada um ceder um pouco e assistir ao jogo com ele, ou ao filme romântico com ela, juntinhos e aconchegantes, e desfrutar de momentos agradáveis que solidificarão o casamento. O casal pode escolher entre intermináveis brigas de “você é gastadeira” e “você é um pão duro”, que afetarão a ambos e desestruturarão o relacionamento ou planejarão juntos a economia do lar, economizando ponderadamente para usufruírem as bênçãos advindas da unidade e da sabedoria.
   Enfim, essas são apenas algumas das inúmeras escolhas que o casal fará ao longo do casamento, de uma vida inteira juntos. E em todas elas, há conseqüências.  Escolhas certas ajudam a manter a chama do amor acessa. Sabemos que conviver entre quatro paredes é uma arte, é um aprendizado diário. Por isso, as escolhas que fazemos são tão importantes. Muitos se casam e se esquecem de que o casamento é feito de detalhes. Outros tantos, sem perceberem, estão se desgastando e desgastando o casamento porque não se deram conta das escolhas erradas que estão fazendo. O tempo foi passando, e está passando rapidamente, e as oportunidades de ser feliz se esvaindo pelo ralo. Escolham, hoje mesmo, pensar melhor a respeito de cada situação que os envolve. Consultem sempre aquele que lhes dá a oportunidade de acertar, mesmo depois do erro, e serem felizes – Deus.
   Dizem que não existe um casamento perfeito, mas eu digo que sim; este casamento perfeito é aquele em que tem Jesus como o centro de tudo, pois Ele é perfeito. Escolham a bênção ao invés da maldição, a vida ao invés da morte. Maridos e esposas, escolham Jesus e a felicidade será o cotidiano da vida de vocês, individualmente, como casal, como pais, como família como um lar que glorifica a Deus. 

Removendo as máscaras


Você consegue se recordar do primeiro momento que se entregou a Jesus? Quando você se sentiu totalmente descoberto diante dEle, sem ter argumentos, desculpas... simplesmente, sem máscaras. Quando estávamos no mundo, tínhamos várias máscaras, a máscara da alegria: sempre sorrindo, mas por dentro... tristeza; a da satisfação: mas quando sozinhos, com a cabeça no travesseiro, somente um vazio. E tantas outras, talvez você ainda se sinta assim... Mas, o Senhor removeu todas essas máscaras, que era uma mentira, e nos deu uma alegria real, uma satisfação verdadeira e a nossa salvação eterna. 
Como somos estranhos, Deus remove as máscaras e colocamos outras!!! A nossa aparência ás vezes parece falar mais alto do que nossa intimidade com Deus, então preferimos mostrar q estamos bem do que estar bem de verdade. Deus está disposto a nos renovar e nos curar a partir do momento que permitimos que Ele assim o faça, porque Jesus é muito educado. Cabe a nós nos render, sem medo e sem dúvidas, sem olhar para o que vão pensar e dizer. O importante é ter um coração íntegro e puro. 
JESUS...
MAIS DE VOCÊ MENOS DE MIM!!!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Quer saber a pergunta que o Deus te faz hj? Leia até o final!!!!

  Madeline, de cinco anos de idade, pulou no colo de seu pai.—Comeu o suficiente? —perguntou-lhe ele. Ela sorriu e deu uns tapinhas de leve na barriga. —Não agüento comer mais. Joe olhou para sua mãe, que estava no outro lado da mesa.—Parece que estamos todos satisfeitos. Não poderemos fazer mais  nada esta noite a não ser ir para a cama. Madeline pôs suas pequenas mãozinhas nos lados do rosto de seu  pai. —Mas papai, hoje é véspera de Natal. Disse que poderíamos dançar. Joe fingiu não se lembrar. —Disse isso? Não lembro de haver dito nada sobre dançar. —Mas papai — rogou Madeline —, nós sempre  dançamos na véspera de Natal. Só você e eu, lembra? Um sorriso se desenhou sob o grosso bigode do pai. —É claro que lembro, querida. Como poderia esquecer? E dizendo isso, ficou em pé, tomou a mãozinha dela na sua e, por  um momento, só por um momento, sua esposa estava viva de novo e os  dois entravam no quartinho para passar juntos outra véspera de Natal  como outras tantas que tinham passado, dançando até a madrugada. Teriam podido dançar o resto de suas vidas, mas veio a inesperada gravidez e as complicações. Madeline sobreviveu, mas sua mãe não. —Vêm papai — lhe disse, puxando-o pela mão —. Dancemos antes  de que cheguem. Ela tinha razão. Logo soaria a campainha da porta e os familiares  encheriam a casa e a noite seria já algo do passado. Mas por enquanto, só estavam papai e Madeline. 
  Mas, quando já tinha idade suficiente para dirigir um automóvel,  Madeline decidiu que era suficiente adulta para dirigir sua própria vida.  essa vida não incluía seu pai. E na véspera de natal embora estivessem sentados à mesma mesa, perecia que estavam  em pontos diferentes da cidade. Madeline brincava com a comida sem dizer uma palavra. E Joe teria dado qualquer coisa para saber  como falar com esta menina que antigamente se sentava em seus joelhos. Chegaram os familiares trazendo com eles um bem-vindo final ao  desagradável silêncio.  Ponha música, Joe lembrou-lhe um de seus irmãos. Assim fez. Pensando que seria uma boa idéia, dirigiu-se para onde estava sua  filha: Dançaria com seu papai esta noite? Pela forma como ela se voltou, poderia se pensar que lhe  havia falado algo insultante. Diante da vista de toda a família, dirigiu-se  para a porta da rua, abriu-a, e se foi, deixando seu pai sozinho. 
Muito sozinho. 
  Madeline  voltou essa noite mas não por muito tempo. Joe nunca  falhou com ela. Cozinhou a comida favorita dela. Ela não tinha apetite. Convidou-a para ir ao cinema. Ela se fechou em seu quarto.  Comprou-lhe um vestido novo. Ela não agradeceu. Até que chegou aquele dia primaveril em que ele saiu cedo de seu  trabalho para estar em casa quando ela chegasse da escola. Desde esse dia, ela nunca mais voltou para casa. Um amigo a viu perto da estação de ônibus, junto com seu  Namorado. As autoridades confirmaram a compra de duas passagens para  Chicago; para onde foram dali, ninguém sabe. 
  Chegou um dia que aquele rapaz decidiu que Madeleine não servia mais pra ele, desse modo, Madeline se encontrou com a noite pela  frente, sem ter um lugar onde dormir nem uma mão que a sustentasse. Foi a primeira de uma série de muitas noites assim. Uma mulher no parque lhe falou de um lugar para desamparados  perto da ponte. Por uns poucos dólares ela poderia obter um prato de  sopa e uma cama de armar. Madeline virou a cabeça para o lado da parede  e pela primeira vez em muitos dias, pensou no rosto barbudo de seu pai e  em como lhe dava um beijo todas as noites. Mas quando as lágrimas  quiseram brotar de seus olhos, resistiu ao choro. Colocou a lembrança  bem fundo em sua memória e decidiu não voltar a pensar em sua casa. Tinha chegado tão longe que já era impossível voltar. Na manhã seguinte, a jovem que ocupava a cama de armar ao lado  da sua lhe mostrou um punhado de gorjetas que tinha ganho dançando  sobre as mesas. Aqui está o endereço, disse, lhe entregando um papelzinho.Só de pensar nisso, o estômago do Madeline começou a revirar.  Tudo o que conseguiu fazer foi resmungar:«Vou pensar. Ela passou o resto da semana nas ruas procurando trabalho. No final  da semana, quando tinha que pagar a conta no refúgio, procurou em seus  bolsos e tirou o papelzinho. Era tudo o que sobrara. 
  Se Madeline sabia fazer algo, era dançar. Seu pai lhe tinha ensinado.  Agora, homens da idade de seu pai a observavam. E talvez nunca teria pensado nisso, se não fosse pelas cartas que o  primo do seu ex , lhe levava . Não uma, nem duas, mas sim uma caixa cheia. Todas  dirigidas a ela. Todas de seu pai. Seu ex-namorado deve  ter delatado você. Chegam duas ou três  destas por semana, queixava-se o primo. Mande seu novo endereço. Pois passara um tempo hospedada na casa dele. Ah, mas ela não podia fazer isso. Seria encontrada. Não se atrevia a abrir as cartas. Sabia o que diziam: que voltasse  para casa. Mas se soubesse o que ela estava fazendo não lhe escreveria. Pareceu-lhe menos doloroso não as ler. Guardou-as no guarda-roupa  do clube onde dançava, organizadas de acordo com a data do carimbo do  correio. Passava seus dedos por cada uma, mas não se atrevia a abri-las. Na maior parte do tempo Madeline conseguia controlar suas emoções. Os pensamentos do lar e os pensamentos de sua vergonha se fundiam no mesmo cantinho do seu coração. O correio continuou chegando e o primo queixando-se à medida que  crescia a quantidade de cartas. Ela continuava decidida a não mandar seu endereço. E continuava sem ler as cartas. 
  Então, poucos dias antes da véspera de Natal, chegou outra carta. O  mesmo envelope. A mesma cor. Mas esta não tinha o carimbo. Nem foi entregue pelo primo. Estava sobre a mesa do quarto de vestir do local onde dançava. Faz 2 dias um homem muito robusto veio e me pediu que lhe desse  isto, explicou uma das outras bailarinas. Disse que você entenderia a mensagem. Ele esteve aqui? perguntou ansiosa. Madeline engoliu em seco e olhou o envelope. Abriu-o e extraiu um  cartão.Sei onde está, leu. Sei o que faz. Isso não muda o que sinto. Tudo o que eu disse em cada uma das outras cartas continua sendo verdade. Mas eu que não  sei o que ele me disse», pensou Madeline. Pegou uma carta da parte superior da pilha e a leu. Em seguida fez o mesmo com  uma segunda, e uma terceira. Cada carta tinha a mesma frase. Cada frase  fazia a mesma pergunta. Depois de alguns minutos o chão estava cheio de papel e seu rosto  banhado em lágrima.
  Antes de ter passado uma hora, se encontrava a bordo de um ônibus. Tomara que chegue a tempo, dizia ela. Joe saiu da cozinha e se deparou com uma moça que em uma mão, sustentava  uma mochila. E na outra, segurava um cartão. Joe viu a pergunta em seus olhos. A resposta é "sim", disse a seu pai. E assim, os dois voltaram a dançar nessa véspera de Natal!Sobre o chão, perto da porta, permanecia jogada uma carta aberta dirigida a Madeleine e o rogo de seu pai: 

Quer vir para 


casa e dançar com

seu papai 


  outra vez?


(Max Lucado -                       Ele escolheu você)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Davi e Golias de um ângulo que vc ainda não viu. 01/05/11

Quem não conhece a história de Davi e Golias? Nós ouvimos desde crianças. O menininho com seu cajado e que pega algumas pedrinhas no ribeiro e as coloca em sua funda e correu ao combate (1 Sm 17:48-49), com a funda atirou a pedrinha e feriu o filisteu na testa, este caiu por terra.
Mas no meio dessa história, há algo que talvez você não conheça.
Seu gigante pode ser o desemprego, a depressão, o pecado, as bebida e drogas, o sexo errado, decepção, você mesmo... Ele pode se levantar, no seu trabalho, escola, no seu quarto, família... Ele existe. Não o ignore!
Antes que eu lhe conte o que falta esclarecer sobre a vitória de Davi sobre o gigante, é necessário que vc conheça mais sobre o que é se deve ser e fazer antes de uma guerra.

  • Seja um homem segundo o coração de Deus. Não era isso que Davi era? Alguém que em seu coração não há espaços para o pecado e disposto a obedecer.
  Quando for para a guerra, não vá pela força de outra pessoa ou na sua própria força. Às vezes, deixamos de ser inocentes, meninos assim como Davi era, e confiamos em nossa capacidade, títulos e cargos e esquecemos que devemos ir no nome do Senhor dos Exércitos ( 1 Sm 17:45). Quanto mais habilidades você tiver, mais vigilância tem que ter. Porque a probabilidade de confiar em si mesmo. Confie na inspiração que vem direto do coração de Deus para o seu coração. Davi sabia disso, por isso quando Saul o vestiu com com seus vestidos, capacete de bronze,  couraça e espada, ele falou: Não posso andar com isto!. E Davi tirou aquilo sobre si. ( 1 Sm 17: 39). Temos a tendência de querer o que é do outro.  Hummm... o que você preferiria heim? As roupas reais ou o cajado, as pedrinhas e a funda??? Davi fez a escolha certa. Talvez, você não esteja vencendo porque está com as armas erradas. Porque o Senhor coloca armas em nossas vidas. Na do Davi foi a funda e as pedrinhas. Aceite as armas que Deus te deu, porque são com elas que suas vitórias serão alcançadas. 
  Me responda: Por que Davi usou a funda ao invés de arremessá-la com suas próprias mãos? A resposta é simples. Porque ele sabia que sua força não era capaz de atingir o gigante. Quantas pedrinhas você já perdeu usando sua própria força? Talvez seu alforge já esteja  vazio ou quase. Cuidado,  vc pode está a ponto de ter sua carne dada ás aves do céu e às feras do campo, assim como o gigante falou a Davi. Para que isso não aconteça, eu vou contar o que talvez vc não tenha percebido antes nesta história. A história é o seguinte:
  Davi pega o seu cajado, (é... aquele mesmo cajado, de Abraão, Isaque, Jacó, Moisés..., ele significa autoridade) algumas pedrinhas no ribeiro e as coloca em sua funda e correu ao combate, com a funda atirou a pedrinha e feriu o filisteu na testa, este caiu por terra.(1Sm 17: 49) Certo? NÃO!!! Antes de correr ao combate, no versículo 40 , está escrito: e foi-se chegando ao filisteu. 
Você talvez esteja se perguntando, mas era isso??? SIM, pois isso pode comprometer todo o resto do combate.Observar, ter cuidado, vigilância é essencial, não é isso que nos manda a Palavra: Orai e Vigiai. Somos tão apressados. Impulsivos! Quando percebemos, já foi! Permaneça no espaço vital, aquele espaço de segurança, o limite. Imagine Davi, se chegando a Golias, se escondendo de pedra em pedra, analisando o território. Nessa batalha que se chama vida cristã, pare, reflita, analise!!! Para que vc vença: Tenha cautela, não deixe ser levado. Não fale o que não deva, pense antes. Vai começar um relacionamento, conheça melhor. Está entre amigos,  no trabalho, escola, vizinhança, não ouça tudo o que falem, tenha um filtro. Faça a diferença!
E quando a batalha finalizar... Corte a cabeça desse gigante que antes de derrotava, para que ele não se levante mais contra você.
ANALISAR, OBSERVAR, ATENÇÃO!!! São palavras que devem te acompanhar sempre. 
Não baixe a guarda. Não tire o olho do inimigo. E olhe como Deus olhe.
Quando o povo viu o Golias falou:
 _ Ele é muito grande, não vamos conseguir derrotá-lo.
Davi viu o Golias e disse:
 _ Ele é muito grande, não tenho como errar o alvo!
Faça como Davi: Pegue seu cajado. Se revista das armas de Deus, analise o  "gigante" e corra ao combate! 

Eu recomendo: Filme Desafiando os Gigantes
http://www.verfilmes.net/desafiando-gigantes

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Ser noiva é…

  • Sonhar com o vestido de noiva o tempo todo!!
  • Se emocionar de verdade ao ouvir a marcha nupcial e outras músicas de casamento.
  • Ter que parar de gastar com coisinhas para guardar din din para outras coisas mais importantes...
  • Ter crises de choro e estresse com a família e o noivo. E entrar na famosa TPC (tensão pré casamento).
  • Se emocionar com pequenos gestos: presentes vindos de pessoas humildes, cartões lindos escritos pelos amigos, ouvir coisas positivas das amigas já casadas e perceber o quanto nossos pais e família estão felizes com o casamento.
  • Ter que ouvir opiniões o tempo todo de gente que acha que sabe tudo!
  • Tentar ser economista, pintora, decoradora... e tudo que a nossa casa precisar...
  • Achar o máximo fazer prova do vestido, mesmo quando ainda faltam meses para o grande dia.
  • Pensar em cada música que será tocada
  • Provar doces, bolo, comida, bebidas e ficar enjoadaaaaa de tanta coisa gostosa.
  • Ficar ansiosa e contar os meses, dias, minutos e segundos para o GRANDE DIA!!!
  • Pensar em cada detalhe da festa, da casa, da cerimônia, lua de mel…
  • Ir em cerimônias de pessoas que você nunca viu para espiar a decoração.
  • Chorar nesses casamentos de desconhecidos.
  • Ter o maior orgulho em se referir ao seu amor como NOIVO!
  • Ficar íntima de palavras como: floristas, bem-casados, tules, minuetos, cerimonial, drapeados, grinaldas, luz âmbar, etc…
  • Ficar feito boba olhando para sua aliança na mão direita.
  • Ter pesadelos horríveis com coisas absurdas sobre o casamento!
  • Ler milhões de revistas sobre casamentos!
  • Pensar no nervosismo que deve ser ao caminhar pelo corredor da igreja ao lado de seu pai em direção ao altar...
  • Ficar ultra feliz quando é convidada para casamentos só para prestar atenção nos detalhes.
  • Abrir o sorriso quando o noivo liga pra vc e fala: Oi noiva mais linda do mundo!!!
  • Falar de casamento pra todo mundo até cansar e cansar... e falar mais um pouquinho!
  • Ficar indecisa com tantas opções de tudo e insegura quando vai contratar algum serviço (será que esse é bom??? Fiz a escolha certa??)
  • Se emocionar com pequenos gestos: presentes vindos de pessoas humildes, cartões lindos escritos pelos amigos, ouvir coisas positivas de quem já é casado e perceber o quanto nossos pais e família estão felizes com o casamento
  • Morrer de medo que alguma coisa dê errado e seu medo se concretizar….
  • É querer que as pessoas mais queridas participem dos preparativos.
  • Imaginar, imaginar, imaginar... o dia de dividir o mesmo teto com a pessoa que ama.

Ser noiva é maravilhoso! Uma sensação única, indescritível! É se sentir apaixonada todos os dias... Uma mistura de todos os sentimentos possíveis... Uma luta diária. É estar sempre em contagem regressiva para o dia da realização do seu grande sonho!"
Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará. Salmo 37:5

terça-feira, 10 de maio de 2011

Não basta conhecermos, temos que ser íntimos!!!

Imagine, em uma mesa o renomado Simão o fariseu, doze discípulos e um ilustre convidado, Jesus, foi o fariseu quem convidou Jesus, foi o fariseu quem preparou a refeição, foi o fariseu quem abriu a porta, era o fariseu quem conhecia a Jesus, mas Simão não beijou Jesus e não lhe ungiu a cabeça.
Foi certa mulher, uma pecadora, que ficou sabendo quem era realmente aquele que esta a mesa, ela chegou por trás, ela prostrou-se aos seus pés, os lavou com suas lágrimas, beijava-os e os ungia com ungüento precioso.
Quem é você um renomado fariseu que conhecia a Jesus, ou uma pecadora desconhecida que teve uma experiência pessoal como Ele?
Simão não podia entender o porquê das lágrimas daquela mulher, e menos ainda porque Jesus permita que ela o toca-se afinal ela era uma pecadora, se você é como Simão e não entende o porquê disso deixa eu te contar uma coisa Jesus veio para os doentes, porque os sãos não precisão de médico, às vezes crescemos tanto que não cabemos no colo do Pai, subimos tanto que não enxergamos mais os seus pés, racionalizamos tanto que é melhor vender o perfume do que derramar lo aos pés do Pai.
Deixa eu te dar um exemplo, o que é melhor conhecer cada componente do  chocolate ou comer o chocolate? Eu prefiro comer rsrsrsrsrs !!!!!!!!!!
Então se delicie com a maravilhosa presença de Jesus, sinta o calor dos Seus braços, o conforto do Seu colo, o prazer de estar aos Seus pés porque o importante não é conhecer apenas o que Jesus fez é permitir que Ele faça em você ou através de você.
Lembre-se: não basta conhecer, temos que ser íntimos!!!! 

domingo, 8 de maio de 2011

Amor de Mãe


Mães: Por que vocês amam seus filhos?
Durante meses, esse bebê lhe trouxe sofrimentos. Ele lhe deixou cheia de espinhas e a fez gingar como uma pata. Por causa dele, você devorou um prato de coisas gostosas (ou não, vai saber!) e saiu devolvendo tudo depois. Ele chutou sua barriga. Ele ocupou um lugar que não era dele, e comeu alimentos que não preparou. Você o manteve aquecido. Você o manteve seguro. Você o manteve alimentado. Mas será que ele agradeceu? Você está brincando? Mal saiu da barriga, já começou a chorar! O quarto é muito frio, o cobertor é muito áspero, a babá é muito ruim. E quem ele quer? A mamãe!
Você nunca tira folga? O bebê sempre quer a mamãe! Não importa que o bebê não dê nada a ela. Ela sabe que o bebê, seu filho é indefeso, fraco. Ela sabe que os bebês não pedem para vir ao  mundo. E Deus sabe que também não pedimos. O amor de mãe parece muito com o amor do Pai...
Somos idéia dEle. Somos dEle. Embora alguns pareçam parentes distantes, não são. Deus não tem sobrinhos, só filhos. O amor de Deus não é humano. O amor de Deus não é normal. O amor de Deus enxerga o seu pecado, mas ainda o ama. 
                                           Max Lucado

O amor de mãe, é um amor assim, que passa por todos os obstáculos, ultrapassa a razão por bem de seus filhos. Um amor perfeito, mesmo quando comete erros... Sim, erra sempre com a vontade de acertar. Um amor disposto a coisas inimagináveis para ver seu filho se alegrar. Um amor que nos protege e aquece mesmo longe. Um amor que vem de Deus, por isso é assim, difícil de entender.
Nos basta reconhecer e retribuir... Já abraçou sua mãe hoje???


  Um Feliz Dia das Mães!!!                Beijoooo mamãe!!!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Testemunho Rodolfo Abrantes (ex- integrante da banda ´Os Raimundos´)


  1. "No ano de 2000, eu estava cheio do que o mundo diz que é o auge, que é o tesouro, que é beleza e significa fama, dinheiro, etc... Tudo isso que o mundo pode oferecer para uma pessoa, mas as pessoas se matam por isso. Eu estava cheio de tudo isso, mas por dentro eu estava na maior miséria que já havia enfrentado na vida. Eu viajei com meu irmão pra praia da Pipa para passar um revellion junto com ele e durante o tempo que eu passei com ele eu só sabia falar cinco frases que eram: ‘vamo fuma’, ‘vamo come’, ‘vamo chapá’, ‘vamo surfá’ e ‘vo não’. Porque quando ele me chamava para fazer uma coisa diferente dessas eu dizia ‘vo não’.
  2. Em um mês eu falei apenas cinco frases com meu irmão, de tão drogado que eu era, de tão infeliz, de tão sem assunto e de tão vazio, porque ninguém dá o que não tem. Como é que eu ia falar alguma coisa, eu não tinha nada! Eu era seco, vazio, um nada , um boneco, apenas corpo presente ali. Em qualquer lugar que eu estivesse, minha cabeça estava em marte. Eu não sabia nem onde estava. Tem cidades que eu fui que eu nem sabia que lá já tinha ido. Lesado, completamente drogado. Estragado. Usava drogas desde os treze anos de idade.
  3. Mas Deus viu a minha situação e sabia que dali em diante eu não conseguia carregar nada sozinho. Eu estava morrendo, e com os sintomas de um monte de doenças no meu corpo. Por ser filho de médicos (mãe pediatra e pai ginecologista e obstetra) conheço um pouco de doença, então sabia que o que tinha no meu corpo era algo muito sério. Comecei a emagrecer de uma hora para outra e tinha uma dor no estômago que me corroía todos os dias. Começou a aparecer um monte de caroços debaixo do braço que doíam muito, cheguei a contar nove caroços debaixo do braço, fora os da virilha que eram enormes, doíam demais.
  4. Eu tinha que tomar dois anti-inflamatórios por dia para poder fechar os braços. Eu estava em um estado terrível porque sabia que ia morrer. Ter saúde é uma bênção e quando a temos não damos valor. Estava nesse estado, sozinho, morando em São Paulo, com uma vida louca, trezentas namoradas por aí, espalhadas, drogas a valer, balada todos os dias, fãs de montão, disco de platina, dinheiro na conta, agenda lotada de shows, mas completamente infeliz. Aí tinha a Alexandra, que é minha esposa, que ‘estava passando, vindo do campo’. Eu a conheci em 1994, e fui reencontrá-la no ano de 2000.
  5. Deus nos colocou juntos de uma forma milagrosa pois havia seis anos que tínhamos nos conhecido e pelo menos uns três que não nos víamos, eu me reencontrei com ela e nós não desgrudamos mais. Trouxe-a para São Paulo, para morar comigo. Ela estava mais drogada do que eu. As drogas que ela consumia eram muito mais fortes dos que as que eu usava. Mas acontece que a Alexandra tinha uma coisa dentro dela que eu não tinha, uma coisa que vale mais do que o mundo inteiro. Ela tinha uma semente que se chama Palavra de Deus dentro do coração dela, porque aos quinze anos, quando ela me conheceu, ela conheceu a Jesus também.
  6. Só que naquela época ela não seguiu nem a mim e nem a Jesus. Mas era o suficiente para saber que Jesus era o auxílio na hora da dificuldade. Toda vez que a coisa ficava preta, ela corria para dentro da igreja. Essa era a mulher que Deus colocou ao meu lado, uma mulher torta.  Mas Deus não faz acepção de pessoas e Deus escolhe quem quer. E começamos a brigar e a nos agredir.
  7. A nossa vida virou um reflexo de tudo o que nós fazíamos: um casal drogado, vivendo em pecado, na mentira, porque os pais dela nem sabiam que ela morava comigo. Na casa dos pais dela podiam falar cão, mas não podia falar Rodolfo. Hoje minha sogra é uma bênção e trabalha conosco. O cenário para o diabo operar estava completo. Mas Deus, que é o todo poderoso, começou a mexer as coisas também. E a Alexandra começou a buscar a JESUS e a se encher. E dizer: Se tu me deres o Rodolfo, eu nunca mais te largo.
  8. E o fogo começou a aumentar e os capetas tentando apagar através de mim, que era um saco de demônios, mas Deus estava ali protegendo a brazinha dela, e o foguinho foi pegando e pegou num ponto que consumiu o Rodolfo no coração dela, ao ponto dela dizer: Senhor, com Rodolfo ou sem Rodolfo eu nunca mis te largo! Já não era eu mais em primeiro lugar, era Deus. Deus estava em primeiro lugar, aí Deus começou a transbordar na vida dela. Ela convidou umas irmãs para fazerem um culto de oração dentro de casa para ajudar a Alexandra a carregar a cruz dela, não pense que ela conseguiu sozinha.
  9. Elas começaram um culto que durante sete segundas-feiras lá em casa. Eu fugi das três primeiras. Na quarta, Deus me pegou, não teve jeito. Eu não queria saber de crente e achava que era a pior raça, que crente só servia para tirar dinheiro dos outros. ‘Eu sou doido, mas crente é ainda mais doido, não presta’. Eu aceitei Jesus naquele dia, sabe porquê? Porque Deus dominou o lugar, Deus dominou o lugar completamente, eu não sabia isso na hora, claro. Hoje eu sei. Aquelas irmãs chegaram com simplicidade. Eu que nunca tinha visto um culto evangélico na minha vida. O primeiro era um culto ultra, mega, super pentecostal ao extremo dentro de casa, dentro da sala em que eu fumava maconha.
  10. Era irmã correndo, dentro do banheiro todo enfumaçado em que eu tinha acabado de fumar. Vi lá uma irmã orando na latinha, aliás, uma latona de maconha que eu tinha. Era irmã orando pra tudo quanto é lado. E eu perguntava: Deus que negócio é esse? Sabe o que aconteceu? Deus tomou conta do lugar, Deus tomou conta de tudo. Era a presença de Deus enchendo aquilo ali. Glória a Deus! Aceitei Jesus naquela tarde, meio sem saber o que estava fazendo. Não sei porque eu aceitei Jesus. Acho que foi para elas irem embora. Mas eu aceitei Jesus e Ele entrou e não teve mais como escapar. Ele entrou e ficou.
  11. E quando Ele entrou, começou a trabalhar, e começou a mexer as coisas. Passou uma semana, e o Rodolfão estava lá no segundo culto da vida dele, dentro de casa, porque eu era tão doido que eu nunca ia pisar numa igreja, e aí Deus é tão misericordioso que Ele enfiou uma igreja prontinha dentro de minha casa. Nessa segunda semana, Deus se revelou para mim dessa maneira, a irmã começou a orar sem eu pedir nada.
  12. Ela começou a orar e abaixou a mão até a minha barriga e me disse que Jesus estava me curando de um câncer para você saber que Ele é Deus, que Ele te ama e que Ele tem uma grande obra para fazer na sua vida. Ela falou que era um câncer de estômago. O interessante é que eu não tinha contado isso a ninguém. Meu avô morreu de câncer, dois tios meus morreram de câncer no estômago, duas tias minha tiveram que arrancar os seios porque tiveram câncer; era uma maldição que se alastrava na minha família. Graças a Deus Jesus Cristo cortou essa maldição quando chegou em mim.
  13. Naquela tarde a minha dor de estômago desapareceu, e todos os caroços que eu tinha desapareceram. Passei a engordar, chegando a engordar uns 18 quilos, não de uma hora para outra. Fui ficando saudável e engordando, feliz. Jesus foi entrando em minha vida. Fui curado, passei a viver apaixonadamente por Jesus e aquelas irmãs começaram a me ajudar, com muito amor. Fomos caminhando. Naquele momento os pais da Alexandra que estavam desviados, começaram a ver a obra, a ver que agente não se drogava mais, que estávamos noivos, depois nos casamos rapidinho. Em meu primeiro testemunho, subi no púlpito e comecei a chorar. Eu só sabia dizer: fui curado e não uso mais droga, não conseguia falar nada mais, só chorava. Eu não entendia mais nada. Fui expelido daquela banda como um dente que cariou e que tem que ser arrancado. Deus me tirou de lá. Graças a Deus, no momento certo. Levei muitas pedradas por causa disso, levo até hoje. Deus tem um treinamento intensivo com quem se coloca à sua disposição. Hoje eu não bebo, não é porque eu não possa, é porque eu não quero. Eu quero ter comunhão com o Pai.O caminho da felicidade nada mais é que a Presença de Deus em nós! Isso satisfaz o ser humano.”
Se quiser assistir o depoimento do Rodolfo vá no youtube: Parte 1 - http://youtube.com/watch?v=cxxwKhfpS7o Parte 2 - http://youtube.com/watch?v=HwqyloPxWKs Parte 3 - http://youtube.com/watch?v=kCOxQM1K-m4 Parte 4 - http://youtube.com/watch?v=YnFTyWSI30c Parte 5 - http://youtube.com/watch?v=qmFhcrE3-fk

Eu recomendo: Música: Minha Maior Riqueza ( Rodolfo Abrantes)                      A música da minha vida!!!!
http://www.youtube.com/watch?v=Uqq2ng-HC5I&feature=related

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